A poluição decorre da falta de responsabilidade e compromisso com o planeta em que vivemos. Uma das questões preocupantes para as gerações futuras é a poluição do solo e da água causada por resíduos de postos de serviço, muitas vezes jogados no meio ambiente sem tratamento ou preparação adequada. Instalações antigas ou mal feitas também podem causar vazamentos e contaminar ecossistemas inteiros, com danos praticamente irreversíveis.
No entanto, a utilização de materiais de qualidade e aplicação de engenharia especializada ajudam a zerar qualquer possibilidade de acidente ecológico nos postos de serviço.

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Solução em equipamentos

O ideal é que todos os postos tenham um sistema de purificação para tratar o material recolhido como a água e o sabão (usados na lavagem de automóveis e do próprio posto), resíduos de combustível (o diesel, álcool e gasolina) e substâncias sólidas (embalagens de produtos inflamáveis), para contribuir com o meio ambiente e promover a reutilização da água.

A Zeppini, por exemplo, é pioneira no mercado para o tratamento de resíduos com o sistema de “caixa separadora”, constituído por quatro dispositivos: o primeiro é uma caixa de retenção de partículas, que separa os materiais sólidos; no segundo, ocorre a separação do óleo da água. O óleo é então conduzido então a um terceiro reservatório, que não tem saída e precisa ser limpo periodicamente, e a água vai para uma última caixa, de onde é liberada na rede de tratamento de esgoto.

Outra solução da Zeppini são os mecanismos de vedação que protegem toda a instalação do posto de serviço, no caso de vazamento de combustíveis. A tecnologia da empresa é nacional, e tem certificação da UL (entidade certificadora de qualidade mundial) além da atender todas as normas e resoluções ambientais e de segurança.
Hoje, a tecnologia Zeppini na fabricação de produtos de qualidade já é reconhecida em mais de 60 países da América, Europa, Ásia, África e Oceania.

Importância para a preservação do planeta

Abastecer o automóvel é um gesto aparentemente banal. Mas envolve uma série de mecanismos complexos desde o gatilho de abastecimento até o tanque de combustível. Os possíveis resíduos químicos originados neste gesto banal podem contaminar milhões de litros água e o solo num raio de dezenas de quilômetros. Para evitar uma grande tragédia ambiental, governos, entidades e industrias já se uniram a fim de criar mecanismos legais e produtos que atendam a um conjunto de normas de segurança.

A resolução 273 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), por exemplo, estabelece que a instalação de um posto de serviço deve ser planejada para evitar vazamentos, obsolescência dos sistemas e falta de manutenção que transforma o posto num potencial poluidor ou gerador de acidentes.

A gestão dos resíduos é importante para evitar a degradação do planeta e promover o reaproveitamento da água usada. É uma questão de responsabilidade dividida entre técnicos instaladores, donos de postos e das próprias empresas que fabricam estes equipamentos. Afinal, a corrida pela preservação ambiental depende do engajamento de todos. Por isso, usar equipamentos certificados e fabricantes renomados, mão de obra especializada para o projeto e para a manutenção das instalações, é garantia de uma operação segura e tranqüila por vários anos, sem qualquer risco de dano ambiental.


Indústria pede energia limpa para emitir menos

Setores petroquímico e de alumínio admitem a necessidade de reduzir emissões, mas cobram maior oferta de gás natural e de energia renovável.

O setor industrial alega que o Brasil precisa ampliar a oferta de fontes energéticas mais limpas para então garantir a substituição de combustíveis mais poluentes no processo industrial. Ao longo desta década, a indústria conseguiu reduzir as emissões de gases de efeito estufa, mas em alguns setores essa queda foi interrompida pela falta de gás natural e a volta do uso de combustíveis mais pesados.

É o caso da indústria química e petroquímica nacional. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a emissão de dióxido de carbono por tonelada de produto baixou consideravelmente nos últimos anos. Em 2000, a relação era a de 415 quilos de CO2 para cada tonelada de produto colocada no mercado brasileiro. Em 2006, a relação havia baixado para 363 quilos de dióxido de carbono para cada tonelada de produto. A associação ainda não tabulou os dados de 2007, mas estima que a relação tenha se mantido.

Segundo Marcelo Kos, diretor de Assuntos Industriais da Abiquim, os investimentos na expansão da capacidade de produção estão associados a uma performance melhor do ponto de vista ambiental, mas permanece o problema da escassez de fontes mais limpas de energia. A crise recente na oferta de gás natural no Brasil obrigou algumas indústrias, explica Kos, a voltar a queimar combustíveis pesados, como óleo combustível e diesel, o que elevou ligeiramente a emissão de CO2 de 2005 para 2006.

A indústria química e petroquímica elevou o consumo de combustíveis renováveis. Em 2001, esse consumo era zero. Em 2006, foi de 4,37 quilos por tonelada de produto.

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) acredita que o aumento da cobrança dos poderes públicos locais sobre a indústria exigirá uma ampla discussão sobre oferta de energia. “Mais do que o gás natural que não temos, o Brasil precisa avançar na produção de energia em hidrelétricas. Há um potencial enorme que precisa ser aproveitado e que ainda não foi, no Brasil”, diz Adjarma Azevedo, vice-presidente da Abal.

A produção do alumínio é um dos processos industrias que mais consomem energia. Segundo a Abal, para cada tonelada de produto, o setor precisa de 15 megawatts hora (MW/h) de energia. Os planos de redução das emissões não são controlados pela associação, mas as indústrias do setor possuem metas de redução. Azevedo alega que a indústria brasileira de alumínio tem uma performance mais eficiente do que a mundial em relação às emissões. O despejo do perfluorcabonos (PFC), um dos gases do efeito estufa, chega a 0,18 quilo por tonelada de produto. A média mundial do setor é de 0,22 quilo por tonelada. As emissões de fluoretos alcançam 0,7 quilo por tonelada. No mundo, chega a 1 quilo por tonelada.


O Grupo Zeppini recebe grande destaque no Jornal O Estado de S.Paulo, na edição de 12 de março de 2008. A matéria destaca os investimentos e pretensões do Grupo Zeppini para o mercado de energia solar.

Leia no Estadão: GRUPO ZEPPINI INICIA A VENDA DE PAINÉIS FOTOVOLTAICOS FLEXÍVEIS.

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Grupo Zeppini inicia a venda de painéis fotovoltaicos flexíveis

Andrea Vialli

A produção de energia elétrica com painéis solares fotovoltaicos começa a ganhar atenção no Brasil. O grupo Zeppini, de São Bernardo do Campo (SP), um dos pioneiros na fabricação de motos elétricas, inicia, até o fim do mês, a comercialização de painéis fotovoltaicos flexíveis, tecnologia inédita no País. Uma fábrica de painéis também está nos planos.

No primeiro momento, a idéia é desenvolver sistemas de geração de energia limpa para estabelecimentos como condomínios residenciais, shopping centers, agências bancárias e hospitais. Os planos incluem, em um segundo momento, investimentos na fabricação dos painéis flexíveis na região do ABC. Antes, a empresa vai analisar a receptividade do mercado, uma vez que a produção de energia fotovoltaica é bastante incipiente no País – existem cerca de 12 megawatts instalados em comunidades isoladas e outros poucos 80 quilowatts integrados à rede elétrica. “A proposta comercial é vender eletricidade onde a instalação traga valor de mercado, como em condomínios ‘verdes’ e substituindo geradores a diesel, por exemplo”, diz o diretor-executivo da Zeppini, Paulo Fernandez.

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arte da matéria veiculada no jornal O Estado de S.Paulo de 12/03/08

Para isso, a empresa terá de criar a demanda partindo quase do zero. “Acreditamos que dentro de três a cinco anos teremos demanda suficiente para iniciar a produção das placas fotovoltaicas no País.” A empresa planeja também vender para o mercado externo.

O cartão de visitas da nova unidade de negócios da empresa, que tem investimento inicial de US$ 1 milhão, poderá ser visto na própria sede da Zeppini, em São Bernardo. A empresa está instalando 333 metros quadrados de painéis fotovoltaicos no telhado do prédio, o que permitirá a geração mensal de 2.100 quilowatts/hora para os escritórios administrativos.

Os painéis flexíveis são a tecnologia mais recente em captação de energia solar, e podem ser aplicados em qualquer superfície. Assim, permitem a produção de energia elétrica no próprio local, que pode ser integrada à rede de distribuição. Diferentemente do uso do sol para aquecimento de água, a energia fotovoltaica é a conversão direta da luz solar em energia elétrica, a partir de células (painéis) feitos de silício.

CUSTOS

No mundo todo, há 3,2 mil megawatts instalados de geração fotovoltaica. O potencial brasileiro é ainda maior – estimado em 10 mil megawatts para sistemas conectados à rede elétrica -, mas hoje é subaproveitado.

Um dos maiores empecilhos para a disseminação da energia fotovoltaica é o preço alto: o custo do megawatt gira hoje em torno de US$ 240, enquanto a energia hidrelétrica custa US$ 50. Porém, estudos apontam que, em escala mundial, o preço da energia fotovoltaica irá se equiparar ao de fontes convencionais dentro de dez anos. Na contramão, a geração via fontes fósseis tende a se tornar mais cara.

“Com o petróleo acima de US$ 100 o barril, mesmo as empresas petrolíferas já estão se posicionando como grupos de energia e investindo em fontes renováveis. E quanto mais investimentos forem feitos e mais fábricas de equipamentos entrarem no mercado, mais o custo do megawatt tende a cair”, diz Marco Antonio Fujihara, diretor do Instituto Totum, consultoria especializada em sustentabilidade.

Essa perspectiva anima os investidores e já atrai a atenção de empresários como Eike Batista, que anunciou investimentos em uma fábrica de painéis solares no mês passado, em parceria com a companhia chinesa Yingli Solar. Em 2007, o mercado de energia solar registrou um crescimento de 56% em relação ao ano anterior.


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Setor de equipamentos para postos pode ser beneficiado com modernização das instalações

No início de 2007, o Grupo Ultra junto a Petrobras e a Braskem adquiriram todos os ativos dos postos Ipiranga. No final do ano passado o faturamento que seria inicialmente de R$ 5 bilhões, somou mais de R$ 20 bilhões. Com isso, o grupo Ultra assumiu as operações lucrativas da bandeira Ipiranga, que hoje detém 20% do mercado brasileiro de distribuição de combustíveis. A revista Isto É Dinheiro da semana passada (ed.544 ano XI) traz uma matéria especial sobre os investimentos do grupo Ultra no setor de combustíveis, o que pode representar um grande impulso no setor de instalações, ao modernizar os equipamentos dos postos de serviço em todo o país.

Mesmo com o grande faturamento que o Ultra teve com a aquisição do Ipiranga, que além de ter transformado o seu perfil comercial, fez com ele ficasse mais próximo do consumidor final, os planos do grupo são mais ambiciosos. O grupo já apresentou uma proposta para comprar a rede Esso, outra gigante do setor.

Se o Ultra conquistar esse objetivo, ele passará a ter 20% do mercado do combustível, perdendo somente para a Petrobras que tem a primeira posição com 35%. Caso o plano não seja conquistado, a segunda opção será adquirir pequenas distribuidoras regionais.

Em janeiro deste ano, o Ultra revelou que não teve muitos sustos quando as operações com a companhia recém-adquirida começaram. Ao contrário, com a compra do Ipiranga o faturamento do grupo dobrou. O caixa anual do Ultra teve acréscimo de R$ 263 milhões e o valor de mercado passou de R$ 4 bilhões para 8,6 bilhões.

O Ultra visa investir também na Oxiteno, braço químico do grupo, para isso será investido quase R$ 480 milhões. A empresa já é dona de 70% da produção de óxido de eteno no Brasil.


A Zeppini, maior fabricante de equipamentos para postos de serviço do mercado nacional, planeja o crescimento de 60% nos negócios internacionais para o ano de 2008. Para alcançar este objetivo, a empresa anuncia sua participação nos principais eventos do ano no setor petrolífero mundial.

Em março, a empresa expõe sua linha de produtos ecológicos para postos de serviço na feira Oil África 2008, principal evento africano do setor, que será realizado na Cidade do Cabo, África do Sul, entre os dias 17 e 19 de março.

No segundo semestre, a empresa participa em setembro da feira Automecanika, na Alemanha. Tradicionalmente realizada em Frankfurt, reúne os maiores distribuidores e fabricantes de equipamentos para postos do mundo.

Em outubro, a Zeppini participa como expositora da feira PEI, realizada em Chicago, nos Estados Unidos, e é o maior evento do segmento de petróleo em toda a América.
No Brasil, a Zeppini estará presente nas feiras Expo Postos & Conveniência 2008, que este ano será realizada em Natal/RN e também na Expopetro, em Gramado/RS.

Com isso, a empresa espera consolidar um novo modelo de negócios: distribuidores exclusivos de equipamentos para postos em cada um dos principais países onde atua.

Crescimento no mercado mundial

A Zeppini também quer fechar o ano com crescimento de 60% na pauta de negócios fora do país, além de incrementar seu faturamento em 10% até o final de 2008. A empresa aposta principalmente na “linha ecológica”, que são os produtos para postos que minimizam os riscos de impacto ambiental, no caso de vazamento de combustíveis. A linha de produtos atende às resoluções da Conama no Brasil e UL, padrão internacional de segurança em equipamentos.

Em 2007, a empresa do Grupo Zeppini, que reúne também a Fundição Estrela e também a Motor-Z, já conquistou novos clientes na Ásia e no Oriente Médio, após participar do Petrol World Fórum, realizado em julho em Singapura.


Após a tentativa de comprar os postos de combustíveis da bandeira Esso na América do Sul e não ter obtido sucesso, a Shell busca outros caminhos para continuar a crescer no mercado, já que em 2007 a empresa lucrou US$ 27,6 bilhões. O novo rumo é pela migração. A ação é conhecida como bandeira branca, na qual é feito um contrato entre o dono do posto e a distribuidora, com este método o proprietário se compromete a usar a marca da Shell e a comercializar somente o combustível fornecido pela distribuidora.

Em entrevista ao o jornal Valor Econômico, Rob Routs, diretor Mundial da área de combustíveis, transportes, refino e petroquímica da Shell disse que a companhia tem boas perspectivas de crescer “organicamente e muito rápido no Brasil”. Em 2006, as redes Shell do Paraguai, Uruguai e Colômbia foram compradas pela Petrobras, após a companhia ter decidido sair da América Latina e manter a operação apenas na Argentina, no Chile e no Brasil, as maiores regiões do mercado.

Segundo Routs na entrevista com o veículo, os negócios da Shell vão bem no País. Além disso, uma área de grande interesse é o biocombustível e a empresa já analisa a possibilidade de produzir álcool a partir do bagaço da cana-de-açúcar utilizando enzimas em um processo de co-geração. Anualmente, a multinacional compra 1,8 bilhão de litros de álcool contratados de grandes usinas como a Cosan e a Cooperçúcar.

Em busca de um meio ambiente mais puro, o diretor da Shell ainda afirma que para reduzir o aquecimento global as empresas terão que buscar fontes sustentáveis de energia alternativas aos hidrocarbonetos, mas que não sejam originárias da queima das grandes florestas nativas no Brasil ou Malásia, ou de trabalho infantil.

No ano passado a Shell teve uma participação no mercado de combustíveis de 12,6 %. Esse valor sobe para 15% se forem considerados apenas o mercado das maiores empresas. A Shell só perde para a BR Distribuidora, que tem 39% do mercado neste segmento.


Após a compra da bandeira Ipiranga, a BR enfrentou algumas dificuldades com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que ainda não aprovou a aquisição, anunciada em meados de 2007.

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Para driblar as dificuldades, a BR deve lançar uma nova bandeira distribuidora de combustíveis para aproveitar a infra-estrutura existente e também para agitar o mercado de postos de serviço com a questão do marketing que envolveria a criação de uma nova marca.

José Eduardo Dutra, presidente da BR, explica que a nova empresa terá que ser criada porque o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ainda não aprovou a aquisição dos ativos do grupo Ipiranga feita pela Petrobras, Ultra e Braskem no ano passado.

Esse modelo não prejudica a absorção do restante da rede da Ipiranga – cerca de três quartos da rede de postos – pelo grupo Ultra. Pelo acordo firmado entre os compradores no ano passado, a Petrobras e o Ultra vão dividir o negócio de distribuição da Ipiranga enquanto os ativos petroquímicos ficaram com Petrobras e Braskem. A estatal ficará com os postos localizados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e o Ultra com os das regiões Sul e Sudeste. Até a aprovação definitiva, os compradores se comprometem a preservar as companhias de modo a garantir a reversibilidade da operação.

Com informações da Santos Modal