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Ontem durante audiência pública na Comissão de Meio Ambiente, o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) discutiu medidas para aumentar o porcentual do álcool e do biodiesel na mistura da gasolina e do óleo diesel.

Segundo Carlo Minc, ministro do Meio Ambiente, a iniciativa será responsável por reduzir em 800 mil toneladas a emissão de CO2 por ano no país.

Na audiência Minc, afirmou que o Rio de Janeiro obteve uma redução de 40% das emissões de CO2 ao aumentar o porcentual de energias “limpas” nos combustíveis e ao implementar a inspeção veicular. Essa discussão está incluída entre as medidas necessárias da área climática.

A Ticket Car divulgou no último dia 15 de maio, um levantamento, onde concluiu que os preços do litro do álcool e da gasolina foram os menores do país no estado de São Paulo. Os preços ficaram em R$ 1,295 para o álcool e R$ 2,451 para o litro de gasolina. Porém, na cidade de São paulo, alguns postos vendem o litro do combustível vegetal por até R$ 1,09 e o de gasolina por R$ 2,19.

Esse valores ficaram bem abaixo da média nacional que, para a gasolina ficou em R$2,682, e para o álcool R$ 1,809. No mês passado, o estado do Acre foi o lugar que cobrou mais caro pela gasolina, R$ 3,022 e o Pará cobrou mais caro pelo álcool, R$ 2,215. A culpa é da logístitca complicada de se fazer o combustível líquido chegar aos lugares mais distantes. Já Minas Gerais liderou o ranking do litro de diesel mais barato do país, vendido a R$ 2,087 o litro.

http://economia.uol.com.br/ultnot/infomoney/2009/05/18/ult4040u19392.jhtm

petrobras

Após a assinatura de um memorando pela Petrobrás e pelo grupo japonês Mitsui, o Ceará poderá ser sede de uma nova refinaria da empresa brasileira, que se chamará Premium 2. O acordo prevê a possibilidade de uma associação do grupo com a Petrobrás com a empresa japonesa.

Por enquanto, o acordo é apenas um estudo para analisar a viabilidade da participação da Mitsui no projeto. A construção da refinaria Premium 2, que terá capacidade de processar até 300 mil barris de petróleo por dia, já está incluída nos planos estratégicos da petrolífera e deve iniciar as operações em 2013.

O grupo Mitsui pode ainda participar da construção de uma refinaria no Maranhão, que junto com a unidade no Ceará, irá produzir derivados de petróleo destinados à exportação. O presidente Lula já sancionou o memorando, que agora seguirá para o estudo das duas empresas.

  oleo na pista
A divulgação pela Imprensa sobre o fechamento de postos de combustíveis na capital paulista traz um tema importante para a luz dos holofotes: os possíveis riscos ambientais dessa atividade.

Estatísticas não oficiais apontam que mais de 70% das instalações de postos de combustíveis no Brasil não estão devidamente adequadas às leis ambientais.

Porém, o fato preocupante não está relacionado apenas ao cumprimento da legislação em vigor desde 2001, com a resolução 273 do Conama, mas também com o preço que a sociedade paga caso aconteça qualquer problema de vazamento do combustível.

Consumidor está atento

Engana-se quem pensa que somente as autoridades cobram ações dos donos de postos em relação à adequação ambiental.

A fiscalização é rigorosa, mas o consumidor é quem destaca-se nesse processo, atento para que o posto de combustível que usa rotineiramente também seja “ecologicamente amigável”.

Todo consumidor cobrará essa postura de forma cada vez mais intensa, para que o posto de combustível atenda a um padrão de comportamento sustentável e eficiente. Alinhada ao seu próprio comportamento.

É crescente a mudança de perfil. A cada dia, um número maior de cidadãos modificam o seu comportamento. Atos como usar uma caneca de louça e deixar os copos plásticos, evitar usar o automóvel desnecessariamente, comprar produtos de origem certificada, têm feito parte desta nova rotina. E, esse processo é irreversível.

No caso de Postos de combustível, a presença de equipamentos antigos, resquícios de óleo na pista, falta de conservação nas instalações denunciam a possibilidade de problemas. E, disso o consumidor que está cada vez mais consciente e seletivo quer distância.

A sociedade paga a conta

O grande problema e o alto custo para a sociedade em caso de vazamento desse combustível. É ela que será diretamente penalizada.

Toda vez que um pouco de combustível penetra no solo e contamina lençóis freáticos ou aqüíferos o custo pode ser incalculável. Se esse mesmo posto de combustível estiver instalado próximo a uma área de manancial, rio, nascente, qualquer corpo hídrico, os danos podem ser ainda maiores

Recentemente um posto, na Bahia, foi fechado após constatação do vazamento. Os vizinhos perceberam que a água do chuveiro tinha cheiro de gasolina.

No Rio de Janeiro, o vazamento de combustível fez com que gasolina e óleo fossem parar no poço de elevadores.

Em regiões urbanas, alem dos danos ambientais, outros relacionados à segurança destacam ainda mais o problema. Já que tais vazamentos podem atingir diversos pontos de confinamento como garagens subterrâneas, metrô, instalações públicas, etc.

Custo ou investimento?

Investir na adequação dos postos é uma atitude inteligente.

Usar equipamentos de alta tecnologia, testados, aprovados, é garantia de operação eficiente associada a segurança ambiental.

Tanques com dupla proteção, câmaras de contenção, linhas hidráulicas de grande durabilidade, sistemas de tratamento de efluentes entre outros podem reduzir significativamente a possibilidade de qualquer contaminação, alem de tornar a atividade segura.

Esse investimento é a garantia de que a atividade econômica daquele ponto continuará existindo, sem oferecer riscos e totalmente integrada aos padrões de comportamento dos seus clientes / usuários.

Clique no link e confira a matéria que foi ao ar pelo jornal SPTV da Rede Globo:

http://sptv.globo.com/Jornalismo/SPTV/0,,MUL1099772-16574,00-CETESB+FECHA+POSTOS+DE+COMBUSTIVEL.html

Álcool e gasolina também devem registrar quedas nos próximos meses.
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O valor do Gás Natural Veicular (GNV), provavelmente, terá seu preço reduzido no início de junho deste ano, na região metropolitana de São Paulo. A previsão é de que o GNV tenha uma redução de 15% a 20% no preço final. Sendo assim, o produto poderá competir nos postos com a gasolina e o álcool, por causa do preço mais baixo.

Segundo Rosalino Fernandes, presidente da Associação Latino-Americana de GNV, “em meados de 2007 até agora, o preço teve aumentos substanciais, o que levou muitas pessoas a abandonarem o gás veicular”, disse. A entidade admite não ter controle sobre o preço, que é regulado pela Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo), mas afirma que o valor pode “despencar”, já que apresentou à agência uma planilha de custos mostrando a necessidade de diminuição, para melhorar a demanda. O álcool, que está em plena safra, já teve o preço reduzido em média 15% em São Paulo, e é vendido pelo preço médio de R$ 1,29. A gasolina teve o preço reduzido, porém em valores menos significativos, já que 25% de álcool é adicionado ao combustível derivado de petróleo.

Impostos cobrados sobre o GNV

O GNV da Comgás é vendido aos distribuidores por R$ 1,12. Sobre esse valor, são incluídas margens de lucro por distribuidores e pelos postos de combustíveis, além de impostos, aumentando ainda mais o preço final. De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo) para o Estado paulista, o produto chega ao consumidor por R$ 1,72, bem mais do que o valor cobrado na origem. No Rio de Janeiro, por exemplo, o valor para o consumidor final é R$ 1,53. Portanto, se for reduzido o preço do gás veicular, os consumidores passarão a utilizar com mais frequência o combustível.

A entrevista de Paulo Rogério Fernandes, as novidades do Grupo Zeppini em negócios sustentáveis e também o pioneirismo da Motor Z são destaque na revista Brasil Sustentável (Editora Três) deste bimestre. A matéria detalha as ações do Grupo Zeppini, e os planos da empresa na diversificação dos seus negócios que corre na direção da sustentabilidade, da obtenção de energia limpa e novos conceitos em transportes eficientes.

Confira a entrevista na íntegra,

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Vozes do Clima

No quadro ” Vozes do clima ” exibido no programa Fantástico da Rede Globo, especialistas mostram como o Brasil vem “sujando” sua matriz energética, e destacam os diversos motivos para que sejam feitos investimentos em energias renováveis.

Apresentado pelo ator Marcos Palmeira, o quadro conta com depoimentos de diversos especialistas no assunto, como, Marcelo Furtado (diretor executivo do Greenpeace) , Edison Lobão ( ministro de Minas e Energia), Carlos Minc (Ministro do Meio Ambiente) entre outros.

Assista ao vídeo no link abaixo

http://especiais.fantastico.globo.com/vozesdoclima/2009/04/20/brasil-produz-energia-considerada-suja/

Fonte: www.g1.com/fantastico

Eletroposto. Revista Isto É Dinheiro

Para desenvolver o mercado de energia solar, uma empresa paulista cria uma estação de abastecimento para veículos elétricos.

LEIA EM ISTOÉ DINHEIRO.

No primeiro trimestre de 2009, a indústria brasileira começou a dar sinais de recuperação, depois da queda generalizada em dezembro do ano passado, seguido de janeiro e fevereiro com quedas acentuadas. O crescimento está concentrado na produção de alimentos e no mercado automobilístico, que teve a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e também outros incentivos.

No mês de março, o pior da crise começa a ficar para trás. Pelo menos é o que indicam as pesquisas da FGV. Os setores automobilístico, de móveis, alimentos, têxtil, vestuário e calçados, celulose, papel e papelão e produtos de matérias plásticas saíram do negativo, em comparação com o mês de dezembro de 2008, examina Jorge Ferreira Braga, responsável pela área técnica da Sondagem da Indústria de Transformação da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No mês anterior, foram vendidos 16,9% veículos a mais no país, em comparação com 2008. Depois de dois meses de queda, a indústria de motos, apresentou uma pequena recuperação, com 126.295 unidades a mais que o mês anterior. Com a redução do IPI também para os veículos de duas rodas, novas linhas de crédito, juros mais baixos e novidades no mercado, o segmento de motocicletas deve voltar a crescer com vigor, após o abalo da crise financeira mundial. Até março, a queda das vendas superou 58%, de acordo com a Abraciclo.

Entre dezembro e fevereiro, o setor de celulose, papel e papelão teve uma queda de 10% na comparação com os mesmos meses do ano passado. Os alimentos, são um caso à parte e ficaram acima da média dos últimos 14 anos.. “Trata-se de um item que é imune à crise porque não depende de crédito para ser comprado”, diz Braga da FVG.

Já os setores de metalurgia, indústria química, mecânica, de minerais não metálicos, material elétrico e de comunicação, entre outros tiveram em março o nível de demanda mundial bem abaixo da média dos últimos 14 anos. Ainda assim, analistas concordam que a tendência é de recuperação, já além do segmento industrial puxado pelos automóveis e eletroeletrônico está voltando a vender.

Na indústria siderúrgica, a fabricação de aço bruto em fevereiro obteve um crescimento de 3,2% comparado com janeiro. Mas, mesmo assim a recuperação ainda é mínima, portanto, ainda há um grande espaço para recuperação, o que deve começar a acontecer somente no início do segundo semestre.

Fonte: Revista IstoÉ Dinheiro de 08 de abril de 2009.

Em 2008, a Caixa Econômica Federal financiou mais de R$ 473 milhões em projetos de energia eólica (energia obtida pelo movimento do ar). Para este ano, os investimentos serão ainda maiores, prevê o banco. Já são 14 projetos em estudo que vão custar R$ 2,2 bilhões, sendo que R$ 1,6 bilhão será financiado pela Caixa Econômica, o que deverá gerar 365 megawatts em energia elétrica para o país.
Com esse capital, o Brasil começa a entrar no mundo dos maiores geradores de energia limpa, ao lado dos países desenvolvidos como a Alemanha, Dinamarca, Espanha e os EUA. Segundo o Centro de Pesquisas Elétricas da Eletrobrás, o Brasil tem capacidade para gerar 140 gigawatts com energia eólica. Não poluente, a energia eólica é uma das mais promissoras fontes de energia.

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No final de março, com o início da safra da cana, o preço do vegetal começou a cair nas usinas, em média 20%, na região centro-sul e sudeste do país. No entanto, cerca de 20 após a queda do preço do álcool nos distribuidores, o preço ainda não chegou aos donos dos postos, que também não repassaram o desconto ao consumidor. De acordo com aUnião da Indústria de Cana-de-Áçúcar (Unica), o álcool teve uma queda significativa nas usinas no início da safra.

Queda de braço

Em todo o país, os veículos flexíveis utilizam álcool, que tem preço mais vantajoso (em média: R$ 1,31 o litro) em relação a gasolina (em média: R$ 2,40 o litro) . Além do sudeste e centro-sul, nem sempre é possível o usar o álcool como combustível, já que o preço do transporte encarece o valor final que chega às bombas dos postos de gasolina.

O combustível vegetal está sendo negociado abaixo de R$ 0,60 centavos de real por litro, livre de impostos na usina, de acordo com dados do Cepea/ESALQ (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada ). O álcool hidratado, nos postos do Estado de São Paulo, se manteve inalterado entre fevereiro e março em R$ 1,31 por litro (preço médio), conforme dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Em outros estados, haveria ainda um contingente maior de veículos flexíveis rodando com gasolina e que poderiam trocar para o etanol, se os preços tivessem uma queda significativa.

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A Comissão de Estudo de Distribuição a Armazenamento de Combustíveis elaborou três novas normas que foram publicadas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), para a instalação de SASC (Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustível), são elas:

ABNT NBR 15690:2009 - Mangueiras de abastecimento, transferência, carga e descarga de combustíveis, biocombustíveis e aditivos

ABNT NBR 13783:2009 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Posto revendedor veicular (Serviços) – Instalação do sistema de armazenamento subterrâneo de combustíveis – SASC –

ABNT NBR 13781:2009 - Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Manuseio e instalação de tanque subterrâneo

A ABNT também disponibilizou outras cinco normas que devem reger a instalação de sistemas de armazenamento de combustíveis. Veja a coluna abaixo e sua data-limite para que os interessados possam recorrer:

Nº 34:000.04-053
TÍTULO: Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Junta giratória para mangueira de abastecimento
DATA LIMITE: 04/05/2009

Nº: 34:000.04-054
TÍTULO: Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Visor de fluxo para unidade de abastecimento de combustíveis líquidos
DATA LIMITE: 04/05/2009

Nº: ABNT NBR 15005
TÍTULO: Armazenamento de líquidos combustíveis e inflamáveis – Sistema de armazenamento subterrâneo de combustíveis SASC – Válvula antitransbordamento
DATA LIMITE: 04/05/2009

Nº: 34:000.04-055-2 (NBR 14605)
TÍTULO: Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Sistema de drenagem oleosa – Parte 2: Projeto, metodologia de dimensionamento de vazão, instalação, operação e manutenção para posto revendedor veicular
DATA LIMITE: 21/05/2009

Nº: 334:000.04-055-7 (NBR 14605)
TÍTULO: Armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis – Sistema de drenagem oleosa – Parte 7: Ensaio padrão para determinação da performance de separadores de água e óleo provenientes da drenagem superficial
DATA LIMITE: 21/05/2009

A realização de mais uma Convenção Anual da Zeppini foi notícia no boletim da Abieps desta semana.
A Zeppini é uma das empresas associadas à Abieps, que reúne os fabricantes de equipamentos para postos de serviços.

Confira também em www.abieps.org.br

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Convenção Anual da Zeppini discute estratégias para o próximo ano

A empresa associada ABIEPS fabricante de equipamentos para postos de serviços realizou, entre os dias 5 e 7 de março, a 5ª edição da sua Convenção Anual, voltada para os representantes e parceiros da empresa que atuam em nível nacional. O evento aconteceu em Atibaia, a 50km da capital paulista.

O objetivo da Convenção Anual é criar um espaço de discussão das estratégias comerciais da companhia para o próximo ano, troca de experiências profissionais, exposição das metas corporativas além de orientações técnicas para os profissionais que atuam na instalação de postos de serviço em todo o país.

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O desenvolvimento econômico mundial depende essencialmente da quantidade de energia para abastecer a indústria, e movimentar toda a economia, desde a extração do petróleo por exemplo, até a luz que é acendida em residências e escritórios. A energia também é necessária para produzir alimentos, veículos, navios, e toda a base econômica de países subdesenvolvidos ou plenamente desenvolvidos.
Porém esse consumo excessivo de energia que sustenta o crescimento pode causar um colapso da terra, com o aumento do nível do mar em todo o mundo, extinção de ilhas, territórios e perda de toda uma biodiversidade, que resultaria numa grande catástrofe natural.. Se o mundo não buscar fontes renováveis de energia, o crescimento econômico e o próprio futuro do planeta ficarão comprometidos.
Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), se a matriz energética atual não for diversificada com urgência, até 2050 as emissões de dióxido de carbono dobrariam, dificultando ainda mais a preservação ao planeta e do pouco que resta de água potável e também das matas virgens.
O maior desafio para não comprometer o futuro do meio ambiente é começar a diminuir a dependência de combustíveis fósseis e substituir por energia sustentável, para diminuir o CO2 (responsável pelo efeito estufa). Em diversos países desenvolvidos como Estados Unidos, França, Inglaterra e também a China ainda existe geração de energia por usinas movidas a diesel, queima de carvão e outras formas ineficientes e danosas para o ar e para os recursos naturais.

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Novos caminhos para a energia

O planeta Terra terá que trabalhar com cada vez mais energia renovável, para que até em 2030 seja possível suprir, pelo menos, 35% das necessidades mundiais de combustíveis, de acordo com a ONU. Essa economia em termos de energia, dará sustentação ao crescimento do mundo e também irá poupar recursos não renováveis.

Energia eólica, hidrelétricas, painéis fotovoltaicos e outras soluções ganham cada vez mais importância entre as empresas de energia, e deixaram de ser apenas futuro, para ser parte do presente. No entanto, ainda hoje, o custo para implantar novas formas de se obter energia é muito mais alto do que as maneiras tradicionais. Ainda assim, em pouco tempo, esse investimento é pago e resulta em grande economia.
A energia solar, por exemplo, requer recursos de US$ 4 mil por quilowatt gerado, contra US$ 2,8 mil de uma usina térmica carvão. No entanto, a sociedade que está despertando para uma nova postura, não aceita mais a produção de energia “suja”, com a queima de carvão ou de óleo, por exemplo. De acordo com o Greenpeace, o maior desafio de cientistas e pesquisadores, é tentar reduzir em até 60% os investimentos para a produção de energia sadia e renovável.

A riqueza e os avanços do Brasil

A geração de energia no Brasil vive uma espécie de era de ouro. O setor é o maior beneficiário do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), com investimentos que deverão somar R$ 759 bilhões até 2012, favorecendo os segmentos de gás, energia e petróleo. É o mesmo caminho anunciado pelo presidente Barack Obama, que espera desenvolver pólos de geração de energia limpa, e gerar empregos e desenvolver a economia americana, que vive em forte recessão.

Parte dessa soma de investimentos para o PAC será destinada às fontes alternativas e renováveis como fazendas de energia eólica e termelétricas movidas a bagaço de cana. “O Brasil recuperou a capacidade de planejamento de longo prazo nesta área”, afirma Walter De Vitto, analista de energia da Tendências Consultoria.
Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), 45% da energia consumida atualmente no Brasil, vem de fontes renováveis (hidrelétricas e derivados da cana-de-açúcar). Para efeito de comparação, a média mundial nesse quesito é de 10%, de acordo com a ONU.

Isso coloca o Brasil em uma posição privilegiada em um momento no qual os assuntos sobre fortalecimento das opções ecologicamente sustentáveis ganham força no mundo. Esse movimento vem sendo incentivado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, cuja liderança ajuda a tornar realidade projetos que há poucos anos estavam guardados em Universidades de todo o mundo. Um dos cases de sucesso é do Grupo Zeppini, que lançou uma divisão de energia solar em 2008, que desenvolve projetos de energia fotovoltaica.

É neste contexto que cresce a importância de algumas iniciativas 100% brasileiras como o etanol, que constitui um mercado para um combustível obtido de maneira renovável e o estabelecimento de uma indústria química de base, sustentada na utilização de biomassa de origem agrícola e renovável. No mesmo sentido, uma série de matérias da revista Isto É Dinheiro, trazem soluções e cases de sucesso a respeito do tema energia renovável, como uma prova de que a riqueza natural do Brasil também pode ser exemplo para o mundo.

Para ver a matéria na íntegra, acesse: http://www2.casadanoticia.com.br/RevistaDinheiro18032009.pdf [photopress:edf.jpg,full,centralizado

Companhia importa tecnologia de geração de energia e entra forte no mercado verde

Fernando Bella
Revista Livre Mercado

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Conversar com o diretor-executivo do Grupo Zeppini de São Bernardo, Paulo Rogério Fernandez, pode levar desavisados a interpretar suas idéias como as de um visionário. Ele fala de forma convincente das mudanças de comportamentos de consumidores e indústrias quando o assunto é a busca da sustentabilidade. Sabe de cor e salteado as regras que levam empresas a conquistar certificações que transformam produtos e plantas industriais capazes de receber os desejados selos verdes de responsabilidade ambiental. Mas se o bate-papo se alongar e contar com passeio pelas instalações da companhia, a ficha cairá: Paulo Fernandez já não fala de um futuro distante. Na verdade, trafega em realidade necessária para que as companhias mantenham a competitividade daqui em diante.

Em setembro do ano passado, foi iniciada a operação da nova unidade de negócios dos Zeppinis com a Energia Z, para trazer ao Brasil tecnologia europeia de placas fotovoltaicas capazes de gerar energia elétrica para abastecer residências, edifícios comerciais e indústrias. As placas de transformação de luz solar em eletricidade representam novidade no País, a ponto de ainda serem confundidas com as estruturas de aquecimento de água já presentes nos telhados de prédios e casas em todo o território nacional.

“A tecnologia das placas fotovoltaicas é importada da Alemanha, país que é referência na geração de energia limpa. O Brasil começa a experimentar esta modalidade que servirá para diminuição do
uso de estruturas hidrelétricas, termoelétricas e nucleares. Não se pretende a substituição de uma ou outra fonte. O que se propõe é a complementaridade e redução de impactos ambientais” – explica o diretor-executivo Paulo Rogério Fernandez.

A impressão de que o executivo não pisa em terreno surreal desaparece quando começam a surgir os exemplos da aplicação das placas. “Já estamos com projetos em andamento. Um deles é emblemático em edifício comercial de grande porte que utilizou as placas para abastecer apenas os elevadores. Não foi preciso montar estrutura para atender ao prédio inteiro, pois perceberam que os elevadores eram pontos críticos do alto consumo. Depois de finalizado o trabalho, a iniciativa ganhou embalagem para reforçar a imagem que pode atrair novos negócios” – revela Paulo Fernandez.

O nome do edifício, Amazonas, já dá o aviso de que o gigante de concreto não pretende impactar o meio ambiente. Os elevadores seguiram a linha e são chamados de células Vitória Régia. “A equipe da Energia Z atua lado a lado com as equipes de marketing de quem escolhe fonte limpa para aproveitar ao máximo o retorno institucional” – argumenta Paulo Fernandez, que fala com propriedade de quem acompanhou pesquisas feitas pelo grupo e que apresentam consumidores mais preocupados. “Oitenta por cento dos entrevistados preferem empresas e produtos verdes” – completa.

A planta do Grupo Zeppini serve como showroom da Energia Z. Lá estão ainda três unidades de negócios – Fundição Estrela, Zeppini e Motor Z – e a fábrica recebeu trato com a nova tecnologia de captação energética. De setembro a janeiro, foram gerados 10 megawatts, o suficiente para abastecer neste mesmo período 12 residências com quatro moradores.

Motor 110 v ou 220 v? – A Energia Z ainda é a caçula do Grupo Zeppini, mas não está sozinha na busca de mercado que visa atender a mudança compor-tamental das novas gerações de consumidores. Em 2007, o grupo foi responsável pela primeira partida numa moto elétrica no Brasil com a montagem das scooters pela Motor Z. De lá pra cá, já se tornaram sensações em conces-sionárias duas rodas espalhadas pelo território nacional. São três modelos que diferem de acordo com a potência, que vai de 800 watts até 1,5 mil watts. Em média a velocidade final é de 50 Km/h e a autonomia chega a 40 quilômetros. “Já temos mercado crescente entre as motos para passeio ou para demandas internas de transporte rápido em indústrias e condomínios” – exemplifica Paulo Fernandez. As scooters são carregadas na tomada por tempo que varia entre duas e oito horas.

A Energia Z e a Motor Z formam dupla dinâmica que fecha o ciclo da respeitabilidade ambiental na concepção de um veículo elétrico, objeto de desejo das grandes do setor automotivo. Com as placas fotovoltaicas, a Energia Z montou o Eletroposto para carregar as baterias das scooters. A estrutura ocupa pequeno espaço na entrada da sede do grupo em São Bernardo e virou ambiente de análises constantes de empresários que querem viabilizar o modelo além das fronteiras do Grande ABC.

Esta mesma dupla que passou a integrar o Grupo Zeppini na última década serviu até mesmo para rejuvenescer a balzaquiana – tem 59 anos – Fundição Estrela e a Zeppini, com 25 anos de atuação no mercado de fornecimento de estruturas para postos de gasolina. “O projeto das placas, o Eletroposto e a linha de produção das scooters modernizaram a imagem geral do grupo. O reflexo foi imediato nos nossos clientes. Sentimos na pele as estatísticas de que o consumidor e os clientes preferem o mercado verde” – acentua o diretor-executivo.

A Fundição Estrela trabalha com metais não ferrosos e atende indústrias mecânica, de máquinas agrícolas e química, entre outras. A Zeppini é a líder no segmento de desenvolvimento, manufatura e comercialização de equipamentos para postos de gasolina com 70% do mercado nacional e atuação global em 60 países.

GRUPO ZEPPINI

FUNDIÇÃO ESTRELA

Especializada na fundição de bronze, latão, alumínio, zamack e suas ligas. Fundada em 1950, atende indústrias mecânica, de maquinas agrícolas, alimentícia, de conexões e química.

ZEPPINI

Empresa de desenvolvimento, manufatura e comercialização de equipamentos para postos de gasolina. Também oferece treinamento para instalação e manutenção das estruturas como reservatórios e flanges de vedação.

MOTOR Z

Iniciou atividades em 2007 com a montagem de scooters elétricas. Oferece ao mercado três modelos: SS800, S1000 e V 1500.

ENERGIA Z

Unidade mais nova do grupo, iniciou atividades em setembro de 2008 com a comercialização e projetos de instalação de placas fotovoltaicas para geração de energia elétrica para residências, edifícios comerciais e indústrias. Também sedia projeto piloto do Eletroposto.

Novos negócios e tradição do Grupo Zeppini marcam final da Convenção 2009

No último sábado, 07 de marco, no fechamento da Convenção Anual, o diretor executivo Paulo Rogério Fernandez falou sobre os novos negócios e as oportunidades de mercado além do segmento de postos de serviço.
O executivo também apresentou toda a equipe de apoio da Zeppini, que oferece o suporte diário ao trabalho dos representantes da empresa em todo o país e também no mundo.

O futuro da água

Paulo Rogério destacou a importância do uso da água e do tratamento dos efluentes presente na economia da sociedade. – descartamos uma grande quantidade de resíduos sólidos, oleosos e gordurosos não somente em postos de serviço, mas em outros segmentos.
Outra oportunidade será o sistema de captação e uso de águas pluviais como forma de reaproveitar a água para diversas utilidades.
O representantes da Zeppini também receberam informações sobre os mercados que será explorados em 2009, como parte do escopo de crescimento previsto pela empresa.
No segmento de postos, há uma grande oportunidade já que postos de todo o país contam com sistemas diversos de captação de água, úteis na lavagem de pista, de automóveis entre outras utilidades. – teremos uma serie de produtos neste segmento, inclusive vários em processo de homologação – completou Fernandez.

Energia Solar

Outro ponto importante no fechamento da Convenção Anual foi a questão do projeto Energia Z, de captação e uso de energia solar fotovoltaica. A Energia Z foi oficialmente lançada em setembro de 2008, e já tem uma série de cases de sucesso.
Os representantes também discutiram as oportunidades de negócio em termos de projetos de energia para residências, empresas, prédios comerciais e indústria.img264img266

Marcos Camargo enviado especial

No final do segundo dia da Convenção, a palestra versou a respeito das vantagens de se trabalhar com o produto Zeppini, marca que em 2009 completará 25 anos de fundação. Após mostrar tabelas e dividir com os representantes as estratégias de vendas para o ano em todos os segmentos, Paulo Rogério Fernandez e Marcelo Cyrino falaram a respeito das vantagens competitivas da linha Zeppini.
“Temos hoje a melhor rede de distribuidores do Brasil, com alcance nacional, o que nos dá uma capilaridade superior a qualquer concorrente”, explicou Paulo Rogério. O executivo pontuou que o fato de ter alcance nacional, também dá a linha de produtos Zeppini, a melhor assistência técnica, com equipe de alta qualificação.
Marcelo Cyrino também observou que a Zeppini tem produtos com certificação internacional UL (único fabricante nacional) e Inmetro, qualidade, 25 anos de história e renome no mercado, valores, negociação clara e garantia total de funcionamento. Em todo o mundo a Zeppini conta com presença em mais de 60 países, o que valida a qualidade de seus produtos, presentes em postos de serviço de todo o mundo.

Durante a Convenção anual da Zeppini, a área de marketing comentou a respeito do recorde de acessos ao site da empresa. O domínio http://www.zeppini.com.br/ recebeu pouco mais de 10 mil visitas mensais, desde o início do ano. De acordo com Solange Fernandez, gerente de Marketing da empresa, o recorde se deve principalmente ao conteúdo do site, que tem informações novas como treinamento, catálogo virtual, o blog e também a TV Zeppini, de conteúdo corporativo. – Estas ferramentas tornaram o site mais atrativo, e a nova diagramação o deixou mais leve. Tudo isso despertou o interesse do internauta, dos nossos clientes e representantes – avalia Solange.

Na abertura do segundo dia da Convenção Anual da Zeppini, Paulo Rogério Fernandez começou falando sobre o segmento de postos de servço e as oportunidades de crescimento para os fabricantes.
“O mercado de veículos voltou a crescer em janeiro e com mais força em fevereiro com 191 mil unidades novas vendidas. Isso mostra que novos carros trazem uma série de necessidades, entre elas da infra estrutura de postos de abastecimento. Isso impacta direta e positivamente e irriga com recursos o nosso segmento”, prevê o executivo.
Em seguida, Marcelo Cyrino fez um panorama sobre todo o setor. De acordo com a ANP, existem pouco mais de 35 mil postos de combustível (último dado oficial de 2007), crescimento de 2,6% em relação ao ano anterior.
O gerente de Vendas mostrou alguns números de vendas da Zeppini referente a 2008, que foi o melhor em toda a história da empresa, que em 2009 completa 25 anos.
No grupo Instalação, a Zeppini cresceu 8,3% em 2008. Já nos sistemas de tratamento de efluentes, o crescimento apontado foi 28%, e deve ser ainda maior em 2009, devido a atenção de órgãos ambientais e também a aplicação do sistema em outros segmentos.
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Representantes e equipe da Zeppini no restaurante do Hotel Bourbon Atibaia:
clima descontraído e oportunidade para falar de negócios

Na segunda parte do primeiro dia da Convenção Anual, Marcelo Cyrino e Paulo Rogério Fernandez falaram sobre a gestão da informação e comunicação em tempos de crise. Os palestrantes alertaram os representantes da Zeppini que a comunicação não é empírica, e que se faz de forma desorganizada.
“É preciso ter estratégia para usar os caminhos certos, que vão nos abrir para novos negócios”, disse Marcelo Cyrino.

O gerente de vendas destacou que todos os parceiros da Zeppini devem aprofundar o relacionamento com seus públicos como representantes, instaladores, sindicatos, donos de posto, órgãos ambientais e todos os profissionais ligados ao segmento.

“Uma visita, uma ligação, ou qualquer contato, fora do âmbito das vendas, ajuda a construir um relacionamento saudável”, disse Paulo Rogério Fernandez. O executivo completou, usando analogias simples, que é preciso estar convicto das vantagens de um produto e da reputação de uma marca, assumindo como algo próprio.

Os gestores também deram instruções sobre como coletar informações de mercado, manter relacionamentos saudáveis, estabelecer objetivos e metas, tabular planilhas, estudar novas possibilidades, além de visitas periódicas, que fortalecem o relacionamento.

Em clima de otimismo, Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini, fez a abertura de mais uma convenção anual. O encontro é realizado no Centro de Convenções do Hotel Bourbon, em Atibaia/SP.
O diretor executivo falou sobre as oportunidades e cenários que se abrem, em termos de negócios, mesmo em tempos de crise. “Viemos detalhar aqui objetivos práticos, orientados para o crescimento e para a perenidade dos nossos negócios”, disse.
A palestra inaugural versou sobre novos mercados, dentro e fora do Brasil e animou os representantes a fortalecer seus negócios em multimercados, respeitando as diferenças locais e as particularidades de cada região.

Valores Institucionais

Marcelo Cyrino, gerente de Vendas da Zeppini, falou a respeito dos valores institucionais alcançados pela Zeppini ao longo de 2008. Cyrino frisou que a Zeppini e o maior fabricante da America Latina em seu segmento, e um dos cinco maiores fabricantes do mundo mantendo contrato com as maiores companhias de petróleo do mundo. Hoje a zeppini está presente em mais de 60 países dos cinco continentes, e um dos maiores vendedores na modalidade OEM (para grandes empresas). O gerente de vendas também frisou a capacidade de renovação do Grupo Zeppini.
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Marcos Camargo enviado especial

Em apenas dois dias, será iniciada mais uma edição da Convenção Anual Zeppini. A edição 2009 será realizada no Bourbon Spa&Resort, em Atibaia.

Confira:

Zeppini reúne revendedores em sua Convenção Anual

Encontro reúne revendedores e parceiros da companhia para estabelecer metas e conhecer as estratégias para o mercado nacional e internacional

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Bourbon Spa&Resort em Atibaia: local da Convenção Zeppini 2009

A Zeppini, líder na fabricação de equipamentos para postos de serviço no país, realiza em março, entre os dias 05 e 07 de março de 2009, mais uma edição de sua Convenção Anual, dirigida aos revendedores, representantes e parceiros da companhia que atuam em nível nacional. O evento será realizado no Bourbon Atibaia Spa & Resort, localizado em Atibaia, a 50 Km da capital paulista.

Em 2009, a Convenção Zeppini tem como tema “A eficácia da tradição” e propõe aos revendedores um alinhamento com a história do Grupo Zeppini e a tradição da empresa, que este ano comemora 25 anos de atuação.

A Convenção Anual Zeppini funciona como um espaço de discussão das estratégias comerciais da companhia para o próximo ano, troca de experiências profissionais, exposição das metas corporativas além de orientações técnicas para os profissionais que atuam na instalação de postos de serviço em todo o país.

A dinâmica do evento prevê além dos temas ligados à área de negócios, algumas atividades de integração e workshops para melhorar a sinergia do trabalho com seus parceiros.

O evento é realizado anualmente e reúne representantes e profissionais ligados à empresa, que é filiada a Abieps (Assoc. Brasileira da Indústria de Equipamentos para Postos de Serviço).

A Zeppini Industrial e Comercial, líder no mercado nacional na fabricação de equipamentos para postos de serviços, participa do Petrol World Business Forum, realizado em Langkawi, na Malásia, entre os dias 03 e 05 de março.

O Petrol World é um fórum que discute questões relacionadas à extração de petróleo e estratégia de distribuição de combustível em todo o mundo. O evento reúne grande número de especialistas e profissionais vinculados ao setor, e também serve como espaço para apresentar produtos inovadores para o segmento de postos, que visam inovar as soluções para problemas de distribuição e armazenamento de combustível. A Zeppini, além de participar do fórum com sua equipe de engenheiros da área de desenvolvimento, levará toda a sua linha de produtos como periféricos de tanque e de bomba, dispensadores, acessórios e toda a linha de tratamento de efluentes, que tem chamado a atenção de instaladores de todo o mundo, pela atenção com os possíveis impactos ambientais.

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Vista do Pelangi Hotel, em Langkawi, Malásia: local do evento

“A participação da Zeppini em um evento desse porte é importante para o desenvolvimento e fortalecimento das relações internacionais do Grupo Zeppini. Dessa maneira, teremos presença e participação em questões que tocam a todo o setor, e também poderemos consolidar a reputação da nossa cadeia de exportações, que hoje já chega a 60 países com grande destaque na Ásia”, avalia Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini.

Evento reúne as maiores empresas do segmento no mundo

O Petrol World Business Fórum é o principal espaço de reuniões empresariais do segmento de postos de combustíveis do ano de 2009. O objetivo do evento é traçar metas e desenvolver programas de melhoria de qualidade em armazenamento, transporte e logística de combustíveis fósseis e renováveis. O encontro está dividido em três partes principais:

- mercado asiático de combustíveis e suas particularidades;

- desenvolvimento de programas para logística de combustíveis;

- desenvolvimento de um programa de conveniência e varejo;

Este ano, o Petrol World Business Forum reunirá em suas reuniões e conferências, líderes do varejo de combustíveis, CEO´s, Executivos, Engenheiros, Gerentes de Compras, profissionais de TI e Tecnologia ligados ao segmento, designers, gerentes de construção e de varejo, para formalização de negócios e discussão de temas importantes para a cadeia de fornecimento, armazenamento e distribuição.

Jornal do Commercio RJ 18022009

A Petrobrás está negociando a concessão de um empréstimo de US$ 10 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China para a exploração da camada do pré-sal, na costa brasileira. A conclusão desta operação de crédito deve ter uma definição ainda esta semana, já que o vice-presidente do China Development Bank, Xi Jinping, chega ao Brasil para concluir as tratativas.

A Petrobrás e o banco chinês já negociam esse empréstimo desde novembro do ano passado. O investimento será destinado principalmente à exploração de petróleo na camada do pré-sal na Bacia de Santos. O pagamento será feito com a própria produção de petróleo, já que a China tem um volume muito grande que consumo de energia.

Apenas algumas questões precisam ser decididas para que o negócio seja contretizado. As principais divergencias entre as duas parte são com relação às taxas de juros cobradas sobre o financiamento.

“Neste momento crítico de crise mundial, países em desenvolvimento como o Brasil e a China têm que cooperar para superar as dificuldades”, ressaltou Chen em entrevista ao Estado de São Paulo.

O jornal Estdado de São Paulo publicou hoje uma matéria sobre desenvolvimento de energias alternativas. A Energia Z, divisão de negócios da Zeppini, foi citada na matéria da jornalista Andrea Vialli que destaca a iniciativa do Grupo Zeppini em investir nesse tipo de tecnologia.

Confira abaixo a matéria na íntegra:

O Estado de S Paulo 18022009

A Revista Posto de Observação publicou matéria sobre a Zeppini em sua edição de Dezembro. O texto fala sobre o lançamento da nova Caixa Separadora de Efluentes lançada em outubro pela empresa de São Bernardo durante a Postos & Conveniência 2008, realizada em Natal.

Confira abaixo a matéria na íntegra:

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A revista Eletricidade Moderna publicou em sua edição de janeiro uma matéria sobre o Grupo Zeppini. O tema da reportagem é a inauguração da Energia Z, nova divisão de negócios da Zeppini Industrial e Comercial. Confira abaixo a matéria na íntegra:

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O jornal Gazeta Mercantil publicou hoje, dia 08 de janeiro, entrevista com Paulo Rógério Fernandez sobre a Energia Z, nova empresa do grupo, e sobre o mercado de geração de energia solar. O executivo falou também aos jornalistas Sérgio Toledo e Silvana Orsini, sobre as atividades do Grupo Zeppini entre outros assuntos. Confira abaixo a matéria:

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Confira na íntegra a matéria publicada no site Valor Online no dia 06 de janeiro, que trata sobre a questão do aumento do efeito estufa causado pela emissão de poluentes.

A matéria fala que as emissões de gás carbônico a partir da geração de energia elétrica irão triplicar nos próximos 10 anos. Esse aumento seria causado pelo maior consumo de energia elétrica para atender a demanda crescente no país. A energia seria gerada pela construção de novas usinas térmicas que despejariam na atmosfera cerca de 39,3 milhões de toneladas de CO2 até 2017.

Confira, abaixo a matéria na íntegra

Emissão de CO2 pode triplicar no país até 2017

Na contramão dos esforços para minimizar o aquecimento global, as emissões brasileiras de gases do efeito estufa a partir da geração de energia elétrica vão praticamente triplicar nos próximos dez anos. Mesmo com a entrada em funcionamento das usinas do Rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) e de Belo Monte, a participação da fonte hídrica na matriz elétrica nacional cairá de 85,9% no início de 2008 para 75,9% em 2017, segundo o Plano Decenal de Energia (PDE), em consulta pública desde 23 de dezembro.

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O plano aponta a necessidade de expandir a capacidade instalada dos atuais 99,7 mil para 154,7 mil megawatts (MW) e garante que isso é suficiente para afastar o risco de déficit no abastecimento. Mas deixa claro que o país continuará dependendo de mais energia cara e poluente se quiser livrar-se dos fantasmas de apagões. Para atender ao crescimento da demanda, será necessário acrescentar 81 termelétricas ao sistema interligado – 41 movidas a óleo combustível, 20 a diesel, 8 a gás natural, 7 a biocombustíveis e 4 a carvão. Elas deverão gerar 13.685 MW, excluindo a usina nuclear de Angra 3, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estatal do Ministério de Minas e Energia encarregada de planejar o setor.

As novas térmicas despejarão na atmosfera 39,3 milhões de toneladas de CO2 em 2017 – um aumento de 172% em relação ao valor das emissões de 2008, estimadas em 14,4 milhões de toneladas. “O plano está em contradição com as metas internas de redução do desmatamento”, afirma a senadora Marina Silva (PT-AC), ex-ministra do Meio Ambiente, referindo-se a um dos objetivos do Plano Nacional sobre Mudança do Clima, lançado em dezembro.

As queimadas de florestas são responsáveis por cerca de três quartos das emissões brasileiras de gases causadores do efeito estufa e o governo espera diminuir o desmatamento da Amazônia em mais de 70% até 2017. A participação do setor elétrico continuará sendo minoritária no total de emissões, mas a entrada em operação de tantas usinas térmicas será mais do que suficiente para eliminar os ganhos ao meio ambiente com a adoção do biodiesel, por exemplo. A mistura de 3% do biocombustível ao diesel convencional evitará o despejo de 62 milhões de toneladas de dióxido de carbono ao longo dos próximos dez anos, mas esse esforço será perdido com o funcionamento das termelétricas por apenas um ano e sete meses.

O plano prevê mais 71 usinas hidrelétricas até 2017, mas a própria EPE indica que 26 delas têm “potencial identificado de atraso superior a seis meses” na execução do projeto. Esses empreendimentos “deverão ser objeto de maiores esforços e ações mais intensas para a sua viabilização, sem que essa classificação signifique impossibilidade de atendimento das datas do plano”. As hidrelétricas vão expandir em 28.938 MW – o equivalente a duas Itaipus – a potência instalada do parque gerador.

Para a ex-ministra, a área ambiental não pode servir de “bode expiatório” para o aumento das térmicas. Marina atribui o crescimento da produção de energia por fontes mais poluentes a falhas no planejamento do setor elétrico. Segundo ela, metade dos projetos de hidrelétricas listados no plano decenal não tem estudos de viabilidade técnica e econômica (EVTE) e “alguns sequer estão inventariados”. “Desses projetos, apenas cinco estão em processo de análise pelos órgãos ambientais: Ipueiras (no Rio Tocantins) já foi rejeitada pelo Ibama e outras quatro usinas que somam 313 MW aguardam a licença prévia. Precisamos acabar com a lenda de que é do setor ambiental a culpa pelo aumento das térmicas”, protesta Marina.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman, lamenta a perda de qualidade da matriz brasileira. Sem atribuições de planejamento, ele elaborou uma estimativa a partir do resultado dos últimos leilões de energia. O número de térmicas com contrato de fornecimento saltará de 14 em janeiro de 2008 para 63 em janeiro de 2013. Para fazê-las funcionar por um mês inteiro, o que é comum nos períodos de estiagem para preservar o nível dos reservatórios, as emissões de gases do efeito estufa vão subir de 186 mil toneladas para 4 milhões de toneladas de CO2 equivalente.

Comparativamente à maioria dos países ricos e em desenvolvimento, o Brasil ainda não faz tão feio. Nos Estados Unidos, o campeão das emissões, a produção de eletricidade gera 2,5 bilhões de toneladas por ano de dióxido de carbono. Em 2017, mesmo com a proliferação das térmicas, o Brasil emitirá no setor elétrico apenas 20% dos gases despejados na atmosfera pela África do Sul e 64 vezes menos que os EUA.

Marina sugere a maior aposta na energia eólica para manter a qualidade da matriz. Hoje os ventos são responsáveis por somente 0,3% da geração total de energia no país, ou 219 MW, e vão chegar a 0,9% em 2017. Marina sublinha, porém, que o aproveitamento ainda é muito baixo diante do potencial brasileiro.

Kelman diz que a energia eólica é cara e inconstante, pois não pode ser armazenada sequer por algumas horas, e não permite ao operador do sistema trabalhar com previsibilidade. Também acha “irrisório” o efeito de uma estratégia insistentemente defendida por ONGs ambientalistas: a repotenciação das hidrelétricas existentes.

O diretor-geral da Aneel, que deixa o cargo na próxima semana, aponta a eficiência energética como uma das áreas em que se podem colher resultados. As perdas totais são de 17% de toda a eletricidade produzida no Brasil.

Kelman divide essas perdas em três segmentos. O desperdício na rede básica de alta tensão (as grandes linhas de transmissão) chega a 4% – número elevado em comparação com países europeus, mas que ele considera baixo levando em conta a dimensão do território nacional. Já as perdas na distribuição alcançam 7% – menos do que muitos emergentes, mas índice bastante alto em relação aos países desenvolvidos, segundo ele. Kelman indica que o custo-benefício de reduzir significativamente esse desperdício pode ser desvantajoso. “Para chegar à perda zero, poderíamos fazer fios de ouro (condutores perfeitos de energia) na distribuição, mas isso levaria a tarifa a níveis inimagináveis”, afirma.

De acordo com ele, o mais viável é combater as perdas que correspondem a 6% da geração total de energia: os furtos de eletricidade. Kelman lembra que consumidores que roubam energia, além de aumentar o custo do produto para todos os usuários regulares, tendem a gastar mais eletricidade. “Se por um passe de mágica conseguíssemos que os brasileiros parassem de furtar energia, reduziríamos em 2,4% o consumo no país. Isso as ONGs não costumam mencionar porque desconhecem a realidade brasileira.”

Paulo Rogério Fernandez – Diretor executivo do Grupo Zeppini
Entrevista concedida a Silvana Orsini e Sérgio Toledo

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São Paulo, 2 de janeiro de 2009 – O futuro do mercado de energia solar no Brasil é promissor. De acordo com o diretor executivo do Grupo Zeppini, Paulo Rogério Fernandez, o Brasil tem um potencial enorme e “Só depende de um início.” A companhia lançou, em 25 de setembro do ano passado a Energia Z, que comercializa soluções em geração de energia solar. A nova empresa investiu inicialmente R$ 1 milhão em pesquisa e teve o apoio da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em cooperação com a área de engenharia do Grupo Zeppini.

“A partir do momento em que a energia elétrica fotovoltaica for experimentada e os benefícios mensurados, o crescimento se dará na mesma ordem, já que o potencial é enorme.”

De olho nesse mercado, a Energia Z lançou novas propostas nesse segmento, como a Motor Z e o Eletroposto. A primeira fabrica scooters movidas à eletricidade. A outra realiza a carga de abastecimento das baterias das scooters. “Pela evolução tecnológica apresentada, o veículo elétrico estará no cenário urbano mesclado com outras soluções.”

Leia e assista a entrevista.

Investnews – Qual a proposta da nova empresa?

Paulo Rogério Fernandez – A Energia Z foi estabelecida para trazer uma opção de energia solar ao mercado brasileiro. Muitos conhecem essa opção, sabem que existe, mas não sabem exatamente como chegar até ela. A Energia Z tem a proposta de dar acesso a essa alternativa.

Investnews – Qual o potencial da energia solar no Brasil?

Paulo Rogério Fernandez – Ainda é difícil de ser dimensionado. Se tomarmos por base países onde essa tecnologia está sedimentada, como a Alemanha, por exemplo, que desde 2000 trabalha com planos de incentivos específicos para que essa matriz seja desenvolvida, a geração equivale a uma Angra 2 por ano. O Brasil tem um potencial enorme, que depende de um início. Essa é a proposta da Energia Z: oferecer e integrar soluções até que o mercado lide com isso de uma forma mais usual.

Investnews – Então é viável? Paulo Rogério Fernandez – É viável por vários aspectos. Nesse primeiro momento, buscamos formas para as pessoas considerarem esse tipo de matriz energética. Existe um movimento de sustentabilidade, que é muito importante. A categoria energia é a que dá o maior número de créditos para edifícios que desejam obter uma certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design, que certifica edifícios verdes). Nesse caso, a geração de energia elétrica por painéis fotovoltaicos atende essa necessidade.

Em alguns casos, empresas e instituições precisam dar essa resposta para o seu consumidor. Outras entendem que é uma forma de agregar valor nas atividades. Em outros casos, regiões isoladas dependem absolutamente dessa solução para obter energia.

Investnews – Quanto a empresa investiu para entrar nesse mercado?

Paulo Rogério Fernandez – No total, US$ 1 milhão. O investimento foi para integrar duas estações solares. Temos no edifício da nossa metalúrgica, Fundição Estrela, e outra integrada na Motor Z, empresa de veículos elétricos, que são abastecidos com energia, que batizamos de Eletroposto. Também investimentos em capacitação de pessoal, engenharia, representantes comerciais, pós-venda, treinamento e instaladores.

Investnews – Como é a instalação dos produtos e serviços?

Paulo Rogério Fernandez – A instalação de um sistema fotovoltaico passa por algumas fases. O interessado recebe um direcionamento. Depois disso, a Energia Z dá suporte na parte de projeto e instalação. Por ser um mercado jovem, a Energia Z cobre todas as fases de integração para ser tangível para quem quer dispor dessa solução.

Investnews – É possível mensurar a redução de impactos no meio ambiente ao usar essa energia?

Paulo Rogério Fernandez – Há possibilidade de avaliação em diversos sentidos. Se comparar uma matriz de carvão com uma fotovoltaica, é uma situação. Uma matriz hidrelétrica para fotovoltaica é outra bem diferente. Termelétrica, uma intermediária.

A energia elétrica fotovoltaica é gerada no ponto onde é consumida: no telhado de uma casa, na cobertura de um edifício. Não existem transmissão, nem imobilização de áreas produtivas e nem alagamentos. A integração de uma estação solar, não é precedida de um estudo sócio-econômico-ambiental, justamente por não se envolver nessa questão.

O impacto ambiental de uma estação solar é zero. E ainda tem a vantagem de a mensuração do pay back energético ser fácil. Significa calcular o quanto de energia elétrica se gasta para fazer um painel. Depois, por quanto tempo ele precisa produzir energia para pagar essa conta.

Um painel fotovoltaico tem um pay back energético da ordem de um ano e meio. Ou seja, em um ano e meio de geração de energia elétrica paga, em energia, o que gastou para ser produzido.

Como esses sistemas têm uma vida útil, sem manutenção, de no mínimo 20 anos, o retorno energético é muito significativo. É uma solução diferenciada.

Investnews – O que são os painéis fotovoltaicos?

Paulo Rogério Fernandez – De uma forma bem simples, são placas, normalmente de vidro, integradas por duas lâminas de silício muito finas. Quando a irradiação solar atinge essa lâmina, existe uma diferença de potencial, que gera energia elétrica e é captada através da fiação.

A energia é captada com determinada propriedade, passa por um conjunto de painéis de inversores, que fazem uma cópia da rede interna.

Investnews – Quais são as perspectivas do mercado de energia solar para 2009?

Paulo Rogério Fernandez – São muito positivas. Apesar de o mercado não existir, nossa afirmação surge em decorrência de outra avaliação. Em 2007, tínhamos no Brasil apenas uma solicitação de certificação Leed. Era uma edificação que tinha o interesse de mostrar através de um certificado seu grau de sustentabilidade. Em 2008, o número passou de 60. O crescimento é exponencial. A partir do momento em que a energia elétrica fotovoltaica for experimentada e os benefícios mensurados, o crescimento se dará na mesma ordem, já que o potencial é enorme.

Investnews – O cenário econômico passa por um momento turbulento. A crise vai afetar ou já afetou esse mercado?

Paulo Rogério Fernandez – É um momento de forte turbulência e as turbulências trazem incertezas. Não podemos ignorar isso. Mas acreditamos na eficiência da solução, por isso não modificamos nossa expectativa de crescimento tanto para energia elétrica quanto para nossos outros negócios.

Investnews – Até porque se os investimentos em meio ambiente forem reduzidos, os impactos no futuro serão bem maiores.

Paulo Rogério Fernandez – Exatamente. Esses temas continuam sendo discutidos. A opção da energia elétrica fotovoltaica é uma contribuição significativa para a qualidade ambiental. Isso está relacionado ao padrão de comportamento social. Hoje, se recebêssemos a notícia: “O Brasil nunca mais terá problemas energéticos. Encontramos uma hiper mina de carvão, vamos queimar tudo e gerar energia elétrica.” Provavelmente, a sociedade não aceitaria, porque existe um processo de alteração do comportamento. A energia fotovoltaica vai ao encontro desse anseio.

Investnews – Anteriormente, você falou do Eletroposto. O que é isso?

Paulo Rogério Fernandez – Dentro do Grupo Zeppini há uma empresa chamada Motor Z, que fabrica motonetas e scooters movidas a propulsão elétrica. Como parte do show room da Energia Z, construímos na frente do edifício uma cobertura de painéis fotovoltaicos suficiente para abrigar três veículos. Essa cobertura está integrada na rede da Motor Z, e dá a primeira carga de bateria de todos os veículos. É efetivamente um eletroposto. Toda a energia gerada vai para o abastecimento de um veículo.

O que se gera de energia nessa pequena área quadrada é equivalente a 10 mil km por mês. São 250 cargas mensais, a uma média de 40 km/h, adotando as perdas intrínsecas de um veículo parado.

Investnews – E como as motos são abastecidas?

Paulo Rogério Fernandez – O abastecimento de um veículo elétrico se dá pela ligação de uma tomada na rede, como um celular ou um lap top. Entretanto, existe uma fundamentação no Grupo Zeppini, que esse pode ser um meio muito interessante de abastecimento do veículo elétrico de uso público, e não privado, como é o caso da nossa empresa.

Temos visto diversas iniciativas como a Renault-Nissan, que assinou contratos com governos de Israel, Portugal e Espanha para prover o veículo elétrico e desenvolver a estrutura de abastecimento desses veículos.

Se forem veículos leves, como é o caso da Motor Z, não é preciso carregar o veículo em uma tomada. Simplesmente, o pacote de bateria pode ser trocado. A pessoa chega a um ponto de abastecimento, tira a caixa de bateria, coloca uma nova, paga a tarifa e vai embora. O pack de baterias é transitório e não do veículo. É como se trocasse um tanque sem gasolina por um tanque com gasolina.

Investnews – Qual a expectativa de adesão desse tipo de veículo?

Paulo Rogério Fernandez – Nós temos um público-alvo. Um veículo leve, no caso uma scooter, movido a eletricidade é muito mais um paradigma do que um produto, apesar de o crescimento da adesão ser acelerado.

E esse público tem usado esses veículos para várias circunstâncias: uma boa parte para lazer e outra para pequenos deslocamentos dentro do bairro. Mas asseguro que, pela evolução tecnológica apresentada, o veículo elétrico estará no cenário urbano mesclado com outras soluções.

Não digo que ele será tão onipotente e onipresente como o veículo a combustão, mas seguramente, vai compor o cenário.

Investnews – Quais são os projetos da Energia Z para o futuro?

Paulo Rogério Fernandez – Além das atividades iniciais, que visam a sedimentar o interesse para uma fração da matriz energética, temos acordos formalizados, que em três anos, que é o tempo que imaginamos que vai levar um consumo interno mínimo, para implementar uma unidade de fabricação de painéis solares no Brasil.

Para ver a entrevista na íntegra clique aqui

O diretor Executivo do Grupo Zeppini, Paulo Rogério Fernandez, fez esta semana uma visita à redação da agência Investnews, do grupo Gazeta Mercantil. O executivo concedeu uma entrevista aos jornalistas Sérgio Toledo e Silvana Orsini, a respeito da nova divisão de negócios da Zeppini, a Energia Z, que comercializa projetos de geração e aplicação de energia Solar. “É uma iniciativa que surgiu com a idéia de integrar os players desse mercado que praticamente inexiste no Brasil, mas que tem um grande potencial dentro de dois a três anos”, explicou. Fernandez falou sobre a tecnologia dos painéis fotovoltaicos, do grande potencial de crescimento da energia solar no país e também sobre a aplicação da solução em residências, indústrias e prédios comerciais. “Não se trata apenas de gerar energia limpa, mas sim de quebrar um paradigma, ao usar a fonte solar como energia”, afirmou.

O Grupo Zeppini investiu cerca de US$ 1 milhão no projeto da Energia Z, realizado em cooperação com a Universidade Federal de Santa Catarina. O executivo também falou sobre o crescimento da Motor Z e do conceito do veículo elétrico que tem grande difusão em várias aplicações.

A entrevista do executivo deverá ser veiculada na próxima semana nos canais da agência Investnews, como Investnews TV, Gazeta Mercantil e Jornal do Brasil.

O Grupo Zeppini foi destaque em matéria publicada na revista “Tem Construção”. A matéria abordou a inauguração da Energia Z, nova divisão de negógios da Zeppini.

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A utilização de energia solar cresce em todo o mundo. Com os recentes lançamentos do Volt, carro elétrico da GM, e o Prius, híbrido, da Toyota, a utilização desse tipo de energia para abastecer veículos cresce na sociedade.

Seguindo essa tendência, Louis Palmer, Suíço, realiza um desafio interessante. Ele pretende dar a volta ao mundo, cerca de 52 mil quilômetros, em um carro movido a energia solar.

O grande segredo desse visionário está em um “trailer” coberto por placas solares e baterias, que quando recarregadas diariamente, consegue proporcionar autonomia de 15 mil quilômetros. Quando o luz solar não esta presente para recarregar as baterias, o veículo consegue, se mantida uma velocidade média de 90Km/h, percorrer cerca de 400 km.

Palmer realiza essa viagem principalmente para divulgar a energia limpa em todo o mundo. Ele queria que seu projeto entrasse em uma linha de produção, mas o valor do projeto ainda é alto: €10 mil a unidade, sendo que o trailer mágico custa €4 mil. Atualmente ele utiliza recursos próprios para a realização da viagem.

A Zeppini foi citada em duas matérias da revista Posto de Observação. Uma das matérias fala sobre a Festa do Revendedor, promovidada pelo Sincopetro e a outra matéria é sobre a premiação aos melhores postos de serviços.

Confira abaixo as matérias na íntegra:

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No último sábado, 06 de dezembro, o Grupo Zeppini promoveu uma grande festa para os seus cerca de 300 colaboradores. Com muita música e atrações como campeonato esportivo, karaokê, oficina de pipas, piscina e até uma mostra dos produtos produzidos pelas três empresas, a festa foi realizada no sítio Estância Eldorado, município de Diadema.

Este ano a festa teve o título “O Valor do Colaborador” e além de reunir funcionários e seus familiares, também teve um importante caráter social já que o Grupo Zeppini promoveu uma grande campanha de arrecadação de alimentos, venda dos bonecos “Zeppininho” e também uma campanha de reciclagem de resíduos. Todos os donativos obtidos com as campanhas foram direcionados para três instituições: Apae, Hospital do Câncer e Gotas de Amor.

O objetivo das campanhas é ajudar instituições que beneficiam milhares de pessoas e também despertar o sentimento de auxílio nos próprios colaboradores do Grupo Zeppini.

No Salão principal o Grupo Zeppini preparou uma área dedicada à exposição dos produtos fabricados pelas três empresas. Estavam expostas as scooters eletrônicas da Motor Z, as peças fundidas pela Fundição Estrela, e também equipamentos usados em postos do mundo inteiro, fabricados pela Zeppini. Também foram distribuídas flores, simbolizando a consciência ecológica e também folhetos, com informações sobre sustentabilidade. O material foi preparado em colaboração com a Ong Mundo Verde.

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Bola na rede

No período da manhã, foi realizado um grande campeonato de futebol que envolveu e uniu departamentos e colaboradores em campo.

A equipe “Os Piratas” foi a grande vencedora, que derrotou a “Grande Família” em um disputado jogo. Em terceiro lugar ficou a equipe “Os sobreviventes”, que também destacou Luiz Carlos, como artilheiro do festival. O melhor goleiro da competição foi Marcelo, da equipe “Os Piratas”.

Campanhas sociais marcam festa de 2008

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No final da tarde, após a entrega dos troféus aos times vencedores do campeonato, o Grupo Zeppini reuniu todo o público da festa para falar sobre as campanhas sociais.

“A campanha de arrecadação de alimentos superou meia tonelada de donativos que vão ajudar muita gente. Agradecemos a cada um de vocês que nos ajudaram e tenho a certeza de que em 2009 estaremos juntos novamente”, disse Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo do Grupo Zeppini.

No total foram arrecadados mais de 500 quilos de alimentos, todos doados por colaboradores e amigos. Além disso, foram arrecadados mais de R$ 900 com a venda dos bonecos “Zeppininho” e também embalagens plásticas pet que serão recicladas. Toda a renda obtida com a venda dos bonecos e também das embalagens, além dos alimentos, foram revertidos integralmente para as instituições Apae, Hospital do Câncer e Gotas de Amor.

Gisele Colombo, representante da Gotas de Amor, agradeceu emocionada a iniciativa: “Novamente agradeço a cada gota de amor que vocês colocaram aqui. De coração, obrigado ao Grupo Zeppini”, disse.

Os funcionários que mais se destacaram na arrecadação de garrafas pet também ganharam kits com prêmios Zeppini e também um telefone celular.

A festa teve a organização dos departamentos de Marketing e Recursos Humanos, com destaque para Omar, Fernando, Leoci, Solange, Eliza, Leone e toda a equipe da portaria, todos especialmente empenhados na realização da festa.

“Agradeço aos nosssos colaboradores, responsáveis por esta grande festa, principalmente pelo empenho nas campanhas que irão ajudar tantos necessitados. Obrigado por estarem novamente conosco”, agradeceu Solange Fernandez, gerente de Marketing do Grupo.

A Petrobras anunciou que fez um empréstimo de 200 milhões de reais junto ao Banco Bradesco, para continuar o desenvolvimento de seus negócios. Isso também foi feito para manter a solidez da empresa diante da atual situação da economia mundial.

Confira matéria publicada no jornal DCI:

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RIO DE JANEIRO – A Petrobras divulgou nesta quinta-feira (4) nota em que comunica a contratação de financiamento de US$ 200 milhões no Bradesco, contraído nessa quarta(3), na forma de Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), com prazo de vencimento de um ano.

Na nota, a empresa sustenta que “no desenvolvimento de seus negócios, a companhia vem realizando captações de recursos no mercado financeiro nacional e internacional, com o objetivo de manter solidez e realizar seu programa de investimentos”.

Segundo a companhia, também foi realizado, no último dia 7 de novembro, outro contrato no valor de US$ 200 milhões, desembolsado por um pool de bancos estrangeiros, liderados pelo banco BNP Paribas e com seguro da agência de crédito à exportação italiana SACE (Servizi Assicurativi del Commercio Estero), com prazo de 12 anos.

Na última segunda-feira (1º), a empresa realizou operação de contatação de recursos de US$ 500 milhões com a agência canadense de crédito à exportação, EDC (Export Development Canadá), também com prazo de 12 anos.

Na nota , a Petrobras justifica que as contratações de financiamento foram feitas em complementação às captações realizadas até o final de outubro e amplamente divulgadas no Informe Trimestral.

A empresa lembra que “o Plano de Negócios 2008 – 2012 prevê investimentos de US$ 112,4 bilhões, que serão financiados com geração própria de caixa e captações no mercado. A atividade de financiamento faz parte das atividades normais e regulares de gestão do caixa da companhia e são sempre divulgadas nos relatórios de resultados.”

Durante a inauguração da nova divisão de negócios da Zeppini, Energia Z, a revista GTD Energia Elétrica estava presente e publicou, em sua última edição, matéria muito interessante sobre o evento.

Confira abaixo a matéria na íntegra:

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Expansão da companhia americana ocorre com a aquisição de postos
de outras marcas

A Shell, empresa distribuidora de combustível, é umas das empresas que mais crescem no setor de combustível no país. Inaugura , em média, 150 postos por ano, para atingir, em cinco anos, a vice-liderança do mercado brasileiro, desbancando a Ultra, dona das bandeiras Texaco, Ipiranga, entre outras.

Para isso, a Shell necessita conquistar participação de mercado das grandes empresas do segmento, como Petrobras, Esso, Ultra e Alesat. Em reportagem da revista Isto É Dinheiro, edição do dia 5 de novembro, a empresa americana informou que detém 15,4% do mercado nacional, e que suas vendas aumentaram mais de 20% em relação ao ano passado, enquanto, no segmento, o crescimento médio foi 10%. A Shell fechará 2008 com um faturamento 14% maior do que em 2007.

Os recentes investimentos da Shell reforçam que a empresa tem planos de permanecer no Brasil, contrariando os que apostavam em sua saída do mercado nacional. “ Há alguns anos, uma situação nos obrigou a deter nossa expansão. Mas, hoje, isso mudou e voltamos a crescer”, afirmou Vasco Dias, presidente da Shell no Brasil, em entrevista à revista Isto É Dinheiro.

Atualmente, a Shell tem uma rede de distribuidores com mais de três mil postos de serviços distribuídos por todo o Brasil. Juntos, os postos com a bandeira da Shell vendem mais de 7 bilhões de litros de combustível por ano.

Informações da revista Isto É Dinheiro, edição 5 de novembro

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A Zeppini, de São Bernardo, reconhecida como empresa socialmente responsável, recebeu uma solicitação diferente, da Escola América, que fica em Porto Alegre: ajuda para criar uma cápsula do tempo.

A escola, que completou 50 anos no último mês de setembro, quer criar uma “Cápsula do Tempo”, onde seriam guardados documentos, jornais, fotos e outros materiais que retratem os dias de hoje . Essa “Cápsula do Tempo” ficaria lacrada durante os próximos 50 anos.

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Como não há um invólucro adequado ao projeto , uma das professoras da escola, esposa de um instalador de equipamentos para postos de serviços, procurou a Zeppini em busca de parceria para solucionar o problema. O marido indicou a empresa paulista, pois, na sua opinião, o equipamento ideal para ser utilizado como “Cápsula do Tempo” seria o Spill de Monitoramento.

A professora solicitou, então, à Zeppini, a doação deste equipamento. E a empresa resolveu apoiar o projeto , com a doação do Spill de Monitoramento, para que a Escola América possa realizar a comemoração. Agora, só resta esperar para ver como estará o mundo quando a “Cápsula do Tempo” for aberta novamente.

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A Zeppini ficou em destaque na última edição do Postos & Conveniência. A matéria abordou a realização da Postos & Conveniência 2008, feira realizada em natal que reuniu as maiores empresas do setor de postos de serviços.

Confira abaixo a matéria na íntegra:

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O editorial do jornal Estado de S.Paulo do dia 10 de novembro traz matéria interessante sobre energia.
O jornal aborda o alto crescimento do custo da energia produzida no Brasil, relacionando esse aumento ao impacto causado na produção industrial.

Confira abaixa a matéria na íntegra:

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SEAM, empresa de Engenharia Ambiental em MG usa referências dos produtos Zeppini para postos de serviço

Em Montes Claros, norte de Minas Gerais, a maioria dos postos de serviço está em processo de adequação ambiental. Para acompanhar esse trabalho, instaladores, revendedores e profissionais se organizam para que os postos se modernizem com qualidade e tecnologia.

As novas leis ambientais e a intensificação da fiscalização no estado, levou várias empresas como a Seam Solução Engenharia Ambiental, a buscar informações sobre como dar suporte aos donos de postos da região.

Bruno Garcia Antunes, responsável por implantar soluções para postos na Seam, buscou referências, até que chegou ao horizonte da internet: “Descobri o site da Zeppini e fiquei surpreso pois não havia apenas um catálogo com fotos de peças e descrição. Comecei a navegar pelo site, vi o blog, a TV Corporativa e as informações sobre como instalar cada item, tudo em 3D, e achei fantástico”, diz Antunes, que apresentou todo o material aos diretores da Seam, que também elogiaram a modernidade da comunicação da Zeppini. “Depois procurei os vídeos no Youtube e para minha nova surpresa encontrei tudo o que precisava, fiz o download e usei como material de referência”, completa o jovem profissional, entrevistado durante o Circuito Minas Petro, em Belo Horizonte.

A Seam identifica uma grande procura, por parte dos profissionais instaladores, de informações sobre como aplicar os chamados “produtos ambientais” nos postos de combustíveis. Tudo isso por conta da fiscalização mais intensa e de uma nova lei que obriga os postos a usarem equipamentos e mão de obra certificados, tanto para instalar quanto para oferecer manutenção em bombas, tanques, periféricos, válvulas etc.

“Acho muito positiva a forma com que a Zeppini transmite informação para os profissionais da área, sempre de maneira clara, simples e muito didática. Com todos os esquemas em 3D, passo-a-passo, fica mais fácil entender todo o processo”, explica Antunes.

Seam – referência em Engenharia Ambiental

A Seam Solução Engenharia Ambiental, atua em projetos de Saneamento, gerenciamentos e consultorias ambientais. Localizada no município de Montes Claros/MG a SEAM atua na Região do Norte de Minas, Vale do Jequitinhonha, Noroeste de Minas e Sul da Bahia.

A empresa oferece soluções como projetos ambientais, civis, execução de obras, instalação e manutenção de equipamentos, monitoramento, treinamentos, análise de qualidade de combustíveis, projetos hidro-sanitários e de destinação de resíduos sólidos

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A Zeppini, em parceria com outras empresas do setor, participa de mais uma edição do Posto Pró+ e SAT. O evento é realizado na cidade de Belo Horizonte, desde o dia 5 de novembro.

Sendo o maior e mais importante encontro do setor de postos de combustíveis, o Posto Pró+ e SAT reúnem diversos empresários do segmento. São realizadas atividades de treinamento e também ocorrem discussões que abordam as questões mais importantes para postos de combustíveis.

Dentre os assuntos discutidos estão a Adequação dos postos de combustíveis, Serviços, operação e manutenção, Soluções técnicas e financeiras, Normas ambientais estabelecidas no CONAMA 273, entre outros. A Zeppini, sendo líder nacional da produção e distribuição em equipamentos para postos de serviços, conta com a participação de Marcello Cyrino e Carlos Partenio, como palestrantes durante o evento.

Participam do Posto Pró+ o Minaspetro, Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais e também Eduardo Bacelar, Gerente de Emergência Ambiental- Fundação Estadual do Meio Ambiente.

A realização do SAT em diversas cidades do Brasil é muito importante para adequar dos métodos de instalação às questões ambientais.

Confira no link abaixo as matérias publicadas sobre a Zeppini durante o último mês.

“>http://www2.casadanoticia.com.br/ZeppiniOutubro2008.pdf

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As grandes empresas distribuidoras estão atraindo empresários de bandeiras independentes, os chamados “bandeira branca”, que atuam sob nome de pequenas redes regionais ou mesmo independentes. Essa é a nova ordem entre as grandes empresas, depois da recente fase de aquisições que dominou o mercado nacional nos últimos anos.

Esse período recente foi iniciado pelo Grupo Ultra, que depois de consolidar as operações da Ipiranga e da Texaco, tem como alvo, as pequenas redes de postos independentes. A intenção do grupo é incorporar os distribuidores menores para poder elevar sua posição no mercado.

Esse fato, que parece ser mais uma rodada de investimentos das grandes empresas do setor, deve chamar a atenção dos revendedores. De maneira geral, o mercado deve sofrer alterações em sua estrutura de distribuição.

Além disso, com a forte fiscalização aplicada sobre os postos de combustíveis, houve uma redução nos casos de adulterações e de sonegação de impostos. Mesmo com esse dado a favor das redes de bandeiras independentes, os motoristas ainda preferem consumir combustível de postos de marcas mais conhecidas.

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Matéria publicada no portal G1

Viena, 3 nov (EFE).- O preço do petróleo referencial da Opep fechou na semana passada em baixa, vendido na sexta-feira a US$ 57,65 o barril, com uma queda de US$ 2,27, 3,8% frente ao valor do dia anterior.

Assim informou hoje o secretariado da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em Viena, que diariamente calcula e divulga a cotação do barril (de 159 litros) do grupo, uma mistura de 13 tipos de petróleo, uma por cada país membro.

Em toda a semana passada, seu valor médio aprofundou a queda que registra desde o começo de julho, quando bateu o recorde de US$ 140,73, ao ficar em US$ 57,68, frente à média de US$ 61,53 registrada na semana anterior.

Em outubro, o barril foi vendido a uma média de US$ 69,17, 28,5% menos que em setembro (US$ 96,85).

Os preços do petróleo não reagiram ainda ao considerável corte da oferta petrolífera, em 1,5 milhão de barris diários (mbd), que a Opep acertou em 24 de outubro e que entrou em vigor no sábado passado.

“Alguns membros já notificaram a seus clientes uma redução das exportações, em linha com o corte estipulado”, lembrou hoje a assessora JBC Energy, com sede em Viena.

Segundo os cálculos desta empresa de consultoria, a produção conjunta dos 13 países da Opep caiu para 31,15 mbd em outubro, 90.000 bd menos que em setembro, e isso apesar de o Iraque ter aumentado seu bombeamento em cerca de 130.000 bd. EFE

Matéria publicada no site do Jornal Diário de Natal

Lojas de conveniência, um filão inexplorado no Nordeste

Um verdadeiro filão do setor de postos de combustíveis. E um filão que no Brasil, e no Nordeste mais especificamente, ainda tem muito a ser explorado. Assim é o segmento de lojas de conveniência – aquelas onde a gente vai comprar uma água, um sorvete ou uma revista enquanto o frentista abastece o carro ou verifica o nível do óleo. Segundo dados apresentados ontem na Postos e Conveniência 2008 (feira e congresso do setor que está sendo realizada em Natal até hoje), no Nordeste brasileiro apenas 15% dos postos de combustível dispõem desse tipo de loja. Em países como Argentina e Chile, este percentual passa dos 40%.

Este descompasso leva os especialistas a afirmarem que, no Brasil, esse mercado deve crescer em torno de 25% por ano já a partir de 2008. Atualmente, o setor realiza mais de 500 milhões de transações por ano e tem um faturamento de R$ 2,2 bilhões. Além disso, recolhe mais R$ 310 milhões em impostos e gera mais de 185 mil empregos diretos e indiretos.

‘‘Este, sem dúvida, é um mercado no qual ainda podemos crescer bastante’’, afirma o presidente do grupo Zeppini – que produz equipamentos e softwares para estas lojas -, Carlos Alberto Zepinni, que é também presidente da Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos para Postos de Serviço (Abieps).

Mas nem só de números e projeçõe de mercado vive a Postos e Conveniência 2008. Equipamentos e soluções inovadoras no segmento de postos de combustíveis e lojas de conveniência também estão reunidos no Centro de Convenções de Natal, onde o evento está sendo realizado (pela primeira vez no Nordeste e fora do eixo Rio-São Paulo).

Entre as novidades apresentadas na feira está a caixa separadora de água e óleo, desenvolvida para combater problemas ambientais causados pelo despejo incorreto de água poluída misturada ao óleo diretamente no solo. De acordo com Carlos Alberto Zepinni, esse equipamento já existe no mercado brasileiro, mas agora está sendo remodelado. O empresário explica que o nível de adequação ambiental ainda está em crescimento no Nordeste e apenas 15% dos postos estão adequados.

Para o presidente da Abieps, a presença da feira no Nordeste é de grande importância, tendo em vista que a região concentra 27% do mercado de postos de combustíveis do país e cerca de 14% das lojas de conveniência. ‘‘A gente não poderia deixar o Nordeste de fora. Aqui tem um pessoal carente de informações. Nas feiras que realizamos em São Paulo, apenas 2% dos visitantes são do Nordeste’’, afirmou.

tecnologia

A empresa Dresser Wayne trouxe à Natal uma tecnologia para gerenciamento de postos de combustíveis, o Fusion Universal Site Controller, um link que fornece controle completo de vários dispositivos por meio de um software capaz de gerenciar as bombas de combustíveis. Outra novidade apresentada pela empresa é a Global Vision, uma bomba dotada de um pequeno monitor, no qual podem ser exibidos vídeos diversos. ‘‘Essa mídia pode ser utilizada independente da bomba, exibindo campanhas publicitárias e qualquer outro vídeo. Esse equipamento será comercializada no Brasil no segundo semestre de 2009’’, afirmou o técnico de suporte da Wayne, Marcos de Oliveira

Matéria veiculada no jornal Tribuna do Norte sobre Postos e Conveniência 2008 no dia 16 de outubro.

O encontro “Postos & Conveniência 2008″ que será a feira e também o quórum nacional de postos de combustíveis, equipamentos e lojas de conveniência, será realizada no Centro de Convenções de Natal, na próxima semana. Nas regiões Norte e Nordeste, concentram-se 27% dos postos de combustíveis do País e 14% das lojas de conveniência. Participam da feira, a Texaco, Ipiranga, Esso, Petrobras, Ale, Shell e fabricantes de equipamentos para o segmento como Zeppini, Sideraço, Gilbarco e Leone. A cadeia de fornecedores, distribuidores, clientes e serviços desse setor movimenta no Brasil, anualmente, R$ 162 bilhões e gera 330 mil empregos diretos e indiretos. Há no Brasil mais de 35 mil postos de combustíveis.

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